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As Conferências do Estoril são um encontro global que ocorre de dois em dois anos sob um mesmo tema universal: Desafios Globais, Respostas Locais. As C.E. contam com o alto patrocínio do Presidente da República Portuguesa e, na sua última edição, atraíram cerca de quatro mil participantes, ao longo dos seus três dias. Um terço dos participantes foram jovens, com idades compreendidas entre os 16 e os 29 anos.

Subjacentes à globalização estão alterações políticas, económicas, sociais e culturais que ocorrem todos os dias e que promovem e aceleram novos atores internacionais, divisões, interconexões e interdependências entre povos, países e regiões. Num mundo em rápida mutação, a crescente interdependência entre os diferentes atores e regiões apresenta tanto desafios como oportunidades que necessitam de uma cada vez maior e profunda análise.

Através da nossa abordagem inovadora, as Conferências do Estoril incorporam o conceito operacional de “solução de problemas”. Partindo da premissa de que os desafios são globais, estes necessitam tanto de soluções globais bem como soluções locais. Assim, a relação entre o local e o global é comum a todas as nossas edições.

Nas nossas cinco edições, recebemos vários oradores de renome mundial das esferas privadas e públicas, de todo o mundo, incluindo mais de uma dezena de vencedores do prémio Nobel, mais de 30 chefes e ex-chefes de Estado e cerca de uma centena de académicos, por entre os nossos mais de trezentos oradores.

Na quinta edição das Conferências do Estoril, em Maio de 2017, organizámos as sessões em torno de um mesmo tópico: o desafio das Migrações. 

Sempre nos esforçámos, nos nossos programas, para dar palco aos assuntos mais prementes com necessidade de escrutínio público, sem estarmos presos a quaisquer dogmas pré-impostos.

Queremos promover o debate que leve a sociedades abertas sem impor qualquer premissa do «politicamente correto». Estamos conscientes de que as sociedades saudáveis abraçam a dissensão e albergam opiniões diferentes acerca de tópicos controversos, permitindo espaço suficiente para que os mecanismos democráticos trabalhem e respirem.